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O grupo LulzSec, ou Lulz Security, surgiu e sumiu em 50 dias, deixando pelo caminho ataques a esmo, "só pelas risadas", como indica o nome --que vem de LOL, acrônimo para "laugh out loud", rir alto. Em seu comunicado final, o LulzSec revelou ser um grupo de seis hackers que fizeram tudo pela diversão e porque podiam. O Anonymous, de objetivos mais definidos e ação menos fugaz, começou há oito anos e passou ao ativismo hacker há três. O grupo passou a chamar maior atenção a partir de 2010, quando saiu em defesa do WikiLeaks, cujas contas haviam sido suspensas por Visa e PayPal. Derrubou os sites de ambos. Suas bandeiras são a defesa dos direitos civis e a resistência à censura. No ataque ao Senado brasileiro, na semana passada, o motivo dado pelo Anonymous foi que os parlamentares queriam manter o "sigilo eterno" dos documentos públicos. O grupo adota uma estrutura de guerrilha, em que as ações independem da liderança --cuja existência, aliás, é negada. 'MACBETH' Sua marca reproduz a máscara de Guy Fawkes, um católico inglês que virou símbolo da chamada "conspiração da pólvora". Ele e outros se organizaram para explodir o Parlamento e matar o rei protestante, em 5 de novembro de 1605, mas foram descobertos, e Fawkes se suicidou pouco antes de ser executado. O episódio e o próprio Fawkes foram inspiração para a tragédia "Macbeth", de William Shakespeare, e outras três peças que estrearam em Londres na temporada 1606/07. A data foi instituída na Inglaterra como festa pela sobrevivência do rei, mas, com o tempo, virou uma festa de malhação de Fawkes, com sua máscara sendo queimada nas fogueiras. É celebrada até hoje, com fogos de artifício, conhecida como "Guy Fawkes Night" (noite de Guy Fawkes). O episódio e o personagem também foram inspiração para o filme "V de Vingança" (2006), que popularizou a máscara ao redor do mundo.
['http://f.i.uol.com.br/folha/tec/images/11126190.jpeg']
01/07/2011 - 21h15
Tec
NELSON DE SÁ ARTICULISTA DA FOLHA
Máscara do Anonymous remete a figura histórica do século 17
Folha de São Paulo
Uma chuva fina caía de um céu carregado, combinando com o estado de ânimo prevalecente, enquanto milhares de pessoas faziam fila para assinar um livro de condolências na Universidade de Oslo, na segunda-feira. "A Noruega mudou para sempre no instante em que a bomba explodiu", disse Susanne Jørgenstuen, estudante que esperava para assinar seu nome. Mais tarde, multidões de pessoas carregaram flores em reuniões silenciosas, marcadas por lágrimas, nos centros de várias cidades, em memória dos mortos no massacre da sexta-feira. Em meio à tristeza e à raiva, também há perplexidade --que não se limita aos noruegueses. A Noruega e outros países escandinavos frequentemente são vistos como sociedades exemplares. Agora, muitos vão indagar se, debaixo da superfície reluzente, existe algo de sombrio e tóxico que deu lugar a um ódio tão grande. Ou ataques como o da sexta-feira seriam igualmente possíveis em outros países? Para Jørgenstuen, "provavelmente a maior surpresa" foi o fato de Anders Behring Breivik, o atirador confesso, ser norueguês. "Mas talvez seja melhor assim. As consequências teriam sido muito piores se tivesse sido um terrorista islâmico. Chego a estar feliz porque foi um norueguês." Para Siv Jensen, líder do oposicionista Partido do Progresso, esse sentimento de alívio não existiu. Na manhã do sábado ela foi informada que Breivik foi filiado ao partido dela entre 1999 e 2006 e que exercera papéis de liderança na divisão local de Oslo do partido. Em entrevista coletiva na segunda-feira, em tom de forte emoção, Jensen descreveu o horror que sentiu diante da conexão com Breivik. Ao mesmo tempo ela procurou minimizar a atuação passada dele, dizendo que os funcionários na divisão em que Breivik atuou mal se lembravam dele. "Ele era um sujeito quieto, que falava pouco", ela disse. "Não havia indício dessas posições extremistas, e, se houvesse, ele não teria sido permitido no partido." Segundo maior agrupamento no Parlamento, o Partido do Progresso insiste que difere dos partidos nacionalistas e anti-imigração que vêm conquistando ganhos na região nórdica e outras partes da Europa. Diz que suas posições "liberais clássicas" guardam mais relação com o Partido Conservador britânico que com o Partido Democrata sueco, de extrema-direita, com o Partido dos Verdadeiros Finlandeses ou com o Partido do Povo Dinamarquês. Jensen, que fez grandes esforços para suavizar o populismo áspero de seu partido, diz que a pior coisa que poderia acontecer após os ataques da sexta-feira seria a Noruega suprimir a discussão sobre a imigração e outras questões sociais difíceis. "A melhor maneira de combater ideias nocivas e radicalismo é um debate aberto", disse ela. "Se você defende a liberdade de expressão, precisa aceitar que pessoas digam coisas nocivas, mas acho que é muito melhor dizerem coisas nocivas do que fazerem coisas nocivas." O fato de Breivik ter sido membro do Partido do Progresso provocou uma discussão sobre a possibilidade de a posição intransigente do partido com relação à imigração ter ajudado a criar condições em que o radicalismo de extrema-direita pudesse florescer. Perguntas semelhantes estão sendo articuladas em toda uma região frequentemente associada à tolerância e democracia social, enquanto ela enfrenta as tensões sociais e políticas geradas pela imigração crescente vinda do mundo muçulmano. Na fila das condolências, porém, algumas vozes eram favoráveis à distinção que o Partido do Progresso está tentando traçar. Outro que aguardava na fila era Manhar Harmansen, consultor sênior no Centro de Desenvolvimento e Meio Ambiente da Universidade de Oslo. Originário de Uganda, ele vive na Noruega há 39 anos. "A Noruega é conhecida em todo o mundo pela liberdade e a democracia", disse ele. "Esta vai ser uma Noruega diferente, mas acho que isso não vai ou não deve causar impacto sobre o Partido do Progresso. Ele não tem nada a ver com isto." Além dos partidos democráticos da direita populista, a Escandinávia abriga uma margem extremista mais problemática. Embora muitos conheçam o lado mais sombrio da vida escandinava moderna pelos livros policiais de Stieg Larsson, o autor sueco que morreu em 2004 passou boa parte de sua vida profissional monitorando a extrema-direita, como editor da revista antirracismo "Expo". Quando ela foi criada em 1995, a extrema-direita era vista como a maior ameaça violenta à Suécia. De fato, nos anos seguintes houve uma onda de ataques de neonazistas suecos, incluindo um atentado com carro-bomba contra um jornalista que tinha investigado o movimento supremacista branco. Mas, após os ataques de setembro de 2001 aos Estados Unidos, a atenção foi deslocada para o extremismo islâmico. Uma série de conspirações de terroristas muçulmanos na região nórdica reforçou a mudança de foco. Johannes Jakobsson, repórter da "Expo", diz que, apesar disso, a ameaça da extrema-direita nunca chegou a desaparecer. "Estamos tentando há anos transmitir às pessoas que o perigo ainda estava presente. Lamentavelmente, ficou provado que tínhamos razão." Jakobsson disse que há pouca dúvida que as opiniões de Breivik encontram eco em outros países e que alguns grupos continuam a demonstrar intenção violenta. Em 2008 a polícia sueca apreendeu dinamite e outras armas numa invasão da sede do neonazista Movimento de Resistência Sueca. O serviço de segurança sueco diz que está procurando quaisquer vínculos possíveis entre Breivik e extremistas suecos e que enviou oficiais à Noruega para participar da investigação e colher informações. Até a sexta-feira passada, poucas pessoas fora da Noruega tinham ouvido falar da ilhota arborizada de Utøya, onde há décadas a ala jovem do Partido Trabalhista norueguês promove seu acampamento anual de verão. Uma busca pelo nome no Google trouxe a resposta: "Você quer dizer Utopia?". Foi uma sugestão estranhamente apropriada, em vista do cenário tranquilo da ilha nos arredores de Oslo e do fato de, a cada verão, ela receber a próxima geração de ativistas e líderes do Partido Trabalhista, de quem se espera que carreguem adiante a tocha da social-democracia norueguesa. Entre os organizadores do acampamento estava Khamshajiny Gunaratnam, 23 anos, ex-vereadora em Oslo e ex-presidente da juventude trabalhista na capital. Gunaratnam estava tomando conta da loja do acampamento quando foram ouvidos os primeiros disparos. Depois de se esconder num bloco de banheiros, ela correu até a beira da água e nadou quase todo o trajeto até o continente --500 metros-- antes de ser resgatada por uma embarcação. Outras pessoas que estavam nadando perto dela ou logo atrás dela não sobreviveram. Gunaratnam não sabe se elas receberam tiros ou se afogaram. A descida apressada por uma encosta rochosa, para chegar à água, deixou cicatrizes visíveis sobre os braços dela. "Acho que esse cara está mal, e sinto pena dele", ela fala, aludindo ao atirador, mas acrescenta que os políticos precisam questionar de que modo podem ter contribuído para moldar a visão de mundo de Breivik. Com outras pessoas da esquerda, Gunaratnam critica o Partido do Progresso por seu discurso hostil sobre a imigração. "Os políticos precisam ter mais consciência do que falam e do efeito que isso pode ter." Mas ela diz que todos os políticos precisam dividir a responsabilidade pelas divisões sociais entre comunidades imigrantes e os noruegueses étnicos, que alimentaram tensões dos dois lados. Em nenhum lugar a divisão é maior que em Oslo, onde estima-se que 28% da população tenha nascido fora do país. "Temos o lado ocidental, que é próspero e branco, e o lado oriental, pobre e multicultural", disse Gunaratnam, que foi levada do Sri Lanka, seu país de origem, à Noruega aos 3 anos de idade. "As pessoas do lado ocidental vivem dez anos mais que as do lado leste." Como é o caso na maioria dos países ocidentais, a parcela da população norueguesa que tem origem imigrante vem subindo fortemente nas últimas três décadas. Cerca de 600 mil pessoas na Noruega ou nasceram no exterior ou têm pais nascidos no exterior. Isso representa cerca de 12% da população. Quase metade vem da Europa. Desde a década de 1980, porém, o aumento tem sido maior no caso dos imigrantes da Ásia, África e América Latina. Acredita-se que mais ou menos 3% da população da Noruega seja de muçulmanos. Esses números sugerem que a Noruega tenha menos habitantes de origem não ocidental que os países vizinhos. Na segunda-feira, pessoas enfurecidas gritaram e deram socos no carro que se acreditava estar levando Breivik para sua audiência em um tribunal de Oslo. Pelo menos essa parte de seu esquema não saiu conforme ele planejara: ele teve negado seu pedido de usar um uniforme e depor em tribunal aberto. A audiência foi fechada ao público. Mesmo assim, algumas das ideias do suspeito foram transmitidas pela leitura da decisão da corte pelo juiz Kim Heger. Este disse que Breivik declarou que o objetivo de sua ação foi desferir um golpe contra o Partido Trabalhista, que teria traído a Noruega com "uma importação maciça de muçulmanos". Outro objetivo, porém, foi evidentemente chamar atenção para as ideias de Breivik, expostas em um manifesto de 1.500 páginas postado on-line horas antes do atentado a bomba na sexta-feira. "Breivik representa um ramo especial da ideologia de extrema-direita", diz Thomas Hegghammer, especialista em terrorismo no Estabelecimento Norueguês de Pesquisas da Defesa. "Não é um supremacista branco. Ele não considera a raça algo tão importante assim, razão pela qual não ingressou nos grupos mais estabelecidos. As sociedades que ele vê como sendo exemplares são o Japão e a Coreia do Sul. E ele tampouco é nacionalista nórdico --é mais uma espécie de nacionalista pan-europeu." Breivik parece ser obcecado pelas batalhas medievais entre a cristandade europeia e o islã. Seu documento é intitulado "2083: Uma Declaração de Independência Europeia", referência ao 400º aniversário do cerco turco de Viena. Ele se apresenta como uma espécie de cavaleiro cristão, e o manifesto discute os escalões, as medalhas e as insígnias de uma ordem "conservadora cultural" de soldados que lideraria uma nova batalha contra o islã. "Seria fácil pensar que alguém imaginaria estar reativando uma ordem militar medieval, ascética e escatológica", diz Paul Berman, acadêmico da Universidade de Nova York e autor de um livro que compara o islamismo extremista com as ideologias totalitárias europeias. "Isso tem sido o sonho de um grupo depois de outro. É a ideia jihadista; à sua própria maneira, é a ideia nazista, e Franco e Mussolini propuseram variações sobre ela", ele diz. "Wagner já o tinha feito com 'Parsifal'." Hegghammer enxerga paralelos com as ideologias terroristas islâmicas. Uma semelhança que chama a atenção é a glorificação do martírio. Além disso, tanto Breivik quanto grupos como a Al Qaeda "afirmam representar queixas que de fato são amplamente compartilhadas" em suas respectivas sociedades --a situação dos palestinos no mundo muçulmano ou a influência crescente do islã na Europa. "Mas eles propõem uma solução que é completamente inaceitável para quase todos os que eles afirmam representar." Um eco disso pôde ser ouvido nas palavras de Bjørn Bekkevold, um empreendedor de informática, de meia-idade, depois de ele ter acendido uma vela diante de uma igreja de Oslo em memória dos mortos da sexta-feira. "É evidente que Breivik refletiu sobre isso durante muitos anos. O manifesto é interessante, como reação contra a política reinante na Noruega e na Europa, mas sempre é errado recorrer à violência. É importante trazer estas questões à tona e debatê-las a fundo, para que não resultem em um movimento underground potencialmente violento." Semelhanças entre Ted Kaczynski --o chamado "Unabomber" que aterrorizou os EUA entre 1978 e 1995-- e Anders Behring Breivik vêm sendo apontadas desde que Breivik publicou seu manifesto on-line, pouco antes dos ataques na Noruega. O manifesto incluiu trechos cortados e colados do manifesto de Kaczynski, este um recluso que procurou oferecer uma justificativa ideológica de seus ataques com bombas enviadas pelo correio, que deixaram três mortos. A "discussão da psicologia do esquerdismo" feita por Kaczynski é copiada por Breivik, embora este fale em "marxismo cultural" e "multiculturalismo". Mas o manifesto de Breivik não é todo fruto de plágio. "Uma boa parte é formada por texto dele próprio", diz Thomas Hegghammer, especialista em terrorismo.
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27/07/2011 - 18h09
Mundo
ANDREW WARDMARTIN SANDBLUROBIN WIGGLESWORTH DO "FINANCIAL TIMES"
Terror na Noruega: A utopia acabou
Folha de São Paulo
Em parceria com o Google, a banda OK Go lançou hoje um clipe interativo da música "All Is Not Lost", do álbum de 2010 "Of the Blue Colour of the Sky". O usuário digita uma mensagem, clica em OK e, em certo momento do vídeo, os corpos de alguns dançarinos e dos membros da banda formam o texto digitado. Para o projeto, o OK Go e o Google tiveram a ajuda da companhia de dança Pilobolus. Os membros da banda e os dançarinos profissionais foram filmados através de um chão de vidro. O clipe, que foi desenvolvido em HTML5, foi feito especialmente para o navegador Chrome. Ele pode demorar um pouco para carregar. É recomendável fechar programas pesados antes de executá-lo. Uma versão não interativa do vídeo pode ser vista no YouTube.
['http://f.i.uol.com.br/folha/tec/images/11208470.jpeg', 'http://f.i.uol.com.br/folha/tec/images/11208483.jpeg']
27/07/2011 - 16h36
Tec
DE SÃO PAULO
OK Go lança clipe interativo que forma mensagens personalizadas
Folha de São Paulo
Os hackers, que se autodenominam A-Team, reuniram valiosas informações privadas e disponibilizaram-nas on-line para todos verem: nomes, endereços, números de telefone e até mesmo detalhes sobre familiares e namoradas. Mas os seus alvos não eram executivos de empresas, funcionários do governo ou clientes inocentes de bancos. Eram outros hackers. E, ao tentar desmascarar a identidade dos membros de um grupo conhecido como Lulz Security, o A-Team estava buscando humilhá-los --e, indiretamente, ajudando agentes de segurança pública a capturá-los. Os dirigentes do Lulz Security "são incapazes de fazer qualquer coisa além de tentar apanhar frutas facilmente alcançáveis", disse, em tom jocoso, o A-Team em uma publicação sua do mês passado. Nas últimas semanas, ataques a empresas como a Sony e a sites do governo como o senate.gov fizeram aumentar as preocupações com hackers cada vez mais organizados e atrevidos. Na segunda-feira (4), uma conta do Twitter da Fox News foi invadida. Mas grande parte da cena hacker é uma luta rebelde e desordenada, com grupos rivais e lobos solitários engajados em ataques de retaliação uns contra os outros, frequentemente por motivos políticos ou ideológicos, mas, muitas vezes, sem razão nenhuma além de querer superar --aniquilar-- a outra pessoa. Os membros do Lulz Security, ou LulzSec, têm estado no alvo dos disparos ultimamente. O grupo ganhou notoriedade global por meio de ataques à CIA, à Sony, à polícia do estado de Arizona e a outras organizações, colocando em risco informações sigilosas de dezenas de milhares de pessoas ao longo do processo. Mesmo quando atacavam, os membros do LulzSec escondiam astuciosamente suas próprias identidades, ao mesmo tempo em que articulavam um cardápio variado de queixas, que envolviam de denúncias de corrupção do governo a questões de direitos do consumidor. Os ataques provocativos e o estilo atraente do LulzSec transformaram-no em um alvo tentador. Outros hackers, igualmente adeptos da preservação do anonimato, têm procurado invadir pseudônimos on-line de membros do grupo. No fim do mês passado, o LulzSec anunciou que estava se desmembrando e que seus membros continuariam suas atividades sob outras bandeiras. No entanto, o FBI e outras agências têm mantido suas buscas, auxiliados por informações descobertas por outros hackers. De fato, os membros do Lulz Security enfrentam a possibilidade real de que, se forem pegos, terão sido seus colegas hackers os responsáveis por ter levado as autoridades até sua porta. "Essa infelizmente representa uma das poucas boas maneiras de as forças de segurança invadirem essa comunidade", disse Bill Woodcock, diretor de pesquisa da Packet Clearing House, uma organização sem fins lucrativos em Berkeley (Califórnia), que monitora o tráfego na internet. No linguajar hacker, ser desmascarado é ser "dox'd" --como uma abreviação para "documentado". E, pela lógica hacker, ser "dox'd" é ser posto fora de ação. Um pseudônimo on-line é uma arma essencial: ele guarda o nome de uma pessoa e o seu paradeiro enquanto permite a criação de uma identidade alternativa. De fato, o manual para novos recrutas do Anonymous, o coletivo hacker global do qual o Lulz Security surgiu no início deste ano, contém dicas para proteger identidades --de como evitar sites que rastreiam atividade on-line a como mascarar o seu provedor de internet. Uma das ferramentas que ele sugere é a Tor, uma rede de túneis virtuais desenvolvida originalmente pelo Laboratório de Pesquisas Navais dos EUA para proteger comunicações on-line do governo norte-americano. "Em nosso mundo", conclui o manual, "uma boa defesa é o melhor ataque". Apesar dos detalhados perfis feitos pelo A-Team e por outros grupos hackers, incluindo o Team Poison e o Web Ninjas, nenhum membro do Lulz Security admitiu ter sido "dox'd", e alguns desmentiram isso aparentando descaso. Mas a campanha parece ter tido algum efeito. A suposta revelação feita pelo A-Team de sete membros do Lulz Security coincidiu com o anúncio feito pelo grupo de que estariam se desmembrando. E um porta-voz do grupo, usando o pseudônimo Topiary, ofereceu uma despedida pública em linguagem tipicamente travessa: "Navegando --fiquem atentos e sigam o vento norte, insolentes navegantes do verso". A publicação do A-Team sobre o LulzSec incluiu detalhes pessoais e mundanos. A irmã de um suposto membro do LulzSec era garçonete em um boliche localizado em uma pequena cidade britânica, disse o post. Outro membro foi descrito como "muito feio". Um terceiro é totalmente incapaz de invadir computadores, protestou o grupo. "Ele não faz nada além de ceder entrevistas." Parte da publicação, cheia de erros ortográficos, chegou ao âmago do paradoxo hacker: "Se voce é anônimo ninguém o encontra. Ninguém o machuca, então voce é invencível", disse. "O problema com essa idealogia, é que se trata de internet. A internet por definição não é anônima. Computadores precisam ter atribuições. Se você rastreia algo o suficiente é possível achar suas origens" (sic). O Lulz Security não conseguiu evitar desmascarar um de seus próprios integrantes. Um membro conhecido como m_nerva vazou algumas discussões da sala de bate-papo do grupo para a imprensa. Em retaliação, o coletivo publicou o que disse serem as informações pessoais de m_nerva, incluindo um endereço em Hamilton, Ohio. Na semana retrasada, o FBI invadiu uma casa em Hamilton, mas não deteve ninguém, de acordo com informações da mídia local. Uma porta-voz do FBI, Jenny Shearer, não quis comentar o que, segundo ela, é uma investigação em andamento. Em uma entrevista ao site da BBC, um porta-voz do LulzSec, que se autonomeia Whirlpool, disse sobre os oponentes do grupo: "Eles insistem em tentar nos derrubar, nós zombamos deles, eles se afobam e fazem comentários sarcásticos, e nós rimos". Enquanto isso, o Web Ninjas, que publica um blog chamado LulzSec Exposed (LulzSec exposto), declarou suas intenções da seguinte forma: "Nós estamos fazendo o nosso melhor para documentar (doxing) o LulzSec e continuaremos fazendo isso até que o vejamos atrás das grades". Colegas de Topiary não parecem estar dispostos a se aventurar no vento norte para sempre. Desde o anúncio de sua dissolução, o LulzSec se dissolveu em um movimento mais amplo chamado AntiSec, que potencialmente tem milhares de hackers a seu lado, incluindo aqueles associados ao Anonymous. Hackers continuaram a atormentar a polícia do Arizona por causa de sua participação em um ato de repressão contra imigrantes ilegais, vazando e-mails pessoais de oficiais da polícia na semana retrasada. Empresas de segurança e agências do governo têm um longo histórico de confiar em hackers ou ex-hackers na luta contra crimes virtuais. Um novo problema é a forma como os ataques a alvos do governo têm dado espaço a uma pequena, mas sonora, facção de hackers patriotas, presumivelmente norte-americanos, que estão lutando por conta própria, disse Gabriella Coleman, professora-assistente da Universidade de Nova York, que está fazendo pesquisas para um livro sobre o Anonymous. As lutas têm se tornado também mais públicas e espetaculares, em parte por causa de plataformas como o Twitter. "Guerrear se tornou em si uma forma de arte", disse Coleman. "Há uma espécie de jogo nisso. Eles alegam que não podem ser encontrados. É um grande troféu se você for capaz de fazê-lo." Tradução de FABIANO FLEURY DE SOUZA CAMPOS
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13/07/2011 - 02h40
Tec
SOMINI SENGUPTANICK BILTON DO "NEW YORK TIMES"
Hackers escolhem novo alvo: outros hackers
Folha de São Paulo
Um total de 20.598 internautas que supostamente cometeram infrações e reincidiram em um prazo inferior a 6 meses estão na mira da Hadopi, instância administrativa francesa encarregada de lutar contra a pirataria na grande rede, informaram nesta segunda-feira (11) os responsáveis por esse organismo. Nos últimos nove meses, todos receberam um primeiro e-mail de advertência informando que eles cometeram uma infração e, após a constatação de uma suposta reincidência, receberam uma segunda mensagem e uma carta certificada. O próximo passo, segundo afirmou a presidente da Comissão de Proteção de Dados da Hadopi, Mireille Imbert Quaretta, será tratar "caso a caso, e não de maneira automática" cada um dos relatórios para decidir quais devem ser enviados para a promotoria. As instâncias judiciais decidirão se os relatórios apresentados pela Hadopi constituem um delito, que pode gerar uma pena máxima de 1,6 mil euros e a suspensão da linha de internet. "Há um debate em andamento para saber o que deve ser cortado", uma vez que existe a possibilidade de permitir que os infratores utilizem serviços de mensagem. Nesse caso, seria preciso determinar também quem assumiria o custo para que os provedores liberem somente alguns conteúdos para os acusados. Durante entrevista coletiva, os responsáveis pela Hadopi explicaram que nos últimos nove meses foram detectados mais de 18 milhões de incidentes, dos quais foram identificados mais de 902 mil endereços de IP. Após a identificação, foram enviados 470.878 primeiros avisos e 20.598 segundas cartas certificadas por suposta reincidência. "O objetivo é essencialmente pedagógico", considerou Mireille, acrescentando que a meta dos legisladores ao aprovar a lei contra a pirataria não era punir as pessoas. Os responsáveis pela Hadopi esperam que o desenvolvimento de seu trabalho tenha um efeito dissuasório, enquanto preparam um sistema mais potente capaz de tramitar mais casos simultaneamente e chegar até os 200 mil diários, muito superior aos cinco mil tramitados atualmente. "Se fossem delitos de terrorismo ou pedofilia, teríamos identificado todos os infratores", declarou Mireille, que qualificou os hackers de "delinquentes da rede" e ressaltou que "a internet é um problema de todos e não de alguns".
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11/07/2011 - 16h52
Tec
DA EFE, EM PARIS
Mais de 20 mil hackers estão na mira das autoridades francesas
Folha de São Paulo
O ataque de hackers contra a PlayStation Network, da Sony, em abril, colocou a segurança da computação no topo da lista de preocupações dos executivos, e o grupo britânico NCC é uma das empresas que está agindo em resposta a esses temores. A NCC possui um sistema de "testes éticos" para identificar lacunas em novos softwares e sistemas operacionais, em uma tentativa de se manter um passo à frente dos hackers. "Os ataques à internet por parte dos ativistas hackers levaram a questão da segurança a uma posição de destaque," disse Rob Cotton, presidente-executivo do NCC, em entrevista à Reuters nesta quinta-feira (7). "Os casos ganharam tanto destaque que fizeram com que a questão passasse a ser levada a sério, e as empresas agora têm o compromisso de reforçar sua segurança, o que para nós significa aumento de demanda", acrescentou. A Sony demorou 11 semanas para restaurar plenamente os serviços de videogames da PlayStation Network no Japão, depois da severa violação de segurança. A NCC emprega 135 especialistas em testes, que operam na linha de frente da segurança na computação para a maioria das grandes empresas do Vale do Silício, disse Cotton. O executivo afirmou que a proliferação de aparelhos móveis com acesso à Internet e o crescimento da computação em nuvem, sob a qual dados e aplicativos ficam armazenados em centrais remotas e são acessados pela Web, estavam criando novas brechas de segurança. "A corrida está se intensificando rapidamente e para nós isso significa chegar a uma posição que nos propiciará um bom período de crescimento sustentável, no mercado britânico e internacional," afirmou.
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07/07/2011 - 11h04
Tec
DA REUTERS, EM LONDRES
Combate a ataques de hackers beneficia grupo britânico NCC
Folha de São Paulo
Hackers revelaram uma falha em um software da Apple que, segundo especialistas em segurança, pode ser explorada por criminosos com o objetivo de controlar remotamente aparelhos como o iPhone, o iPad e o iPod Touch. A falha de segurança no sistema iOS, da Apple, veio à luz na quarta-feira (6), quando o site www.jailbreakme.com publicou códigos que podem ser usados por proprietários de produtos da Apple para modificar o sistema por meio de um processo conhecido como "jail breaking". Tal processo é usado para baixar e rodar aplicativos não autorizados pela Apple e usar o iPhone em redes de operadoras que não têm parceria com a fabricante. Especialistas disseram que hackers criminosos podem baixar o código e usar engenharia reversa para analisá-lo e descobrir mais sobre seu funcionamento, e, assim, identificar falhas na segurança do iOS. Eles poderiam desenvolver elementos de software maliciosos em poucos dias. "Se você é um hacker de más intenções, isso é bastante factível", disse Patrik Runald, pesquisador sênior da empresa de segurança internet Websense. A Apple ainda precisa disponibilizar uma atualização para o sistema que proteja clientes contra softwares maliciosos que explorem a falha. A porta-voz da Apple Trudy Muller disse que a companhia está ciente do problema. "Estamos desenvolvendo um ajuste que resolverá o problema e estará disponível para clientes em uma atualização do software", disse Muller. Os hackers podem explorar a vulnerabilidade do sistema operacional ao criarem um arquivo malicioso de documento PDF. O documento pode infectar aparelhos da Apple se os usuários o abrirem, afirma Runald. Uma vez que o aparelho é infectado, hackers poderiam "fazer o que quiserem", disse o especialista. Isso inclui roubo de senhas, documentos e emails. Comex, um hacker de 19 anos do Estado de Nova York que desenvolveu a ferramenta de jail breaking, afirmou que a Apple poderia reparar o software antes que hackers criminosos desenvolvam um programa para explorar a falha.
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07/07/2011 - 09h56
Tec
DA REUTERS, EM BOSTON
Hackers expõem falha no software do iPad e do iPhone
Folha de São Paulo
A chamada "Lei Azeredo", projeto de lei que tipifica crimes cibernéticos, recebeu críticas de grande parte dos especialistas presentes na audiência pública que debateu o tema esta quarta-feira (13) na Câmara dos Deputados. "São muitos problemas, creio que não haja remendo a esse projeto. Do jeito que está, não me parece ser o caso de aprovar", disse o professor Túlio Vianna, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Câmara quer debater 'Lei Azeredo' em julho e votá-la em agostoBase de Dilma vai apresentar projeto de lei contra hackersOnda de ataques de hackers reacende temor de guerra cibernéticaPSDB e DEM dizem que hacker que violou e-mails de Dilma os procurouHacker violou mensagens de Dilma na campanha de 2010 Entre os problemas apontados pelos participantes estão o período em que os provedores de acesso precisam guardar os registros dos usuários que utilizam sua rede --logs de registro --(por três anos), a previsão de penas excessivamente duras para delitos simples e a criação de tipos penais considerados muito amplos. Um dos argumentos repetidos foi o de que, primeiro, deveria haver a aprovação de uma lei civil sobre a internet, para, só então, aprovar-se um projeto criminal na matéria. Esse é o mesmo argumento defendido pelo Ministério da Justiça, que elaborou o chamado marco civil da internet. O envio da proposta do governo ao Congresso, no entanto, está atrasado em cerca de um ano. Com os ataques a páginas do governo das últimas semanas e a volta da discussão sobre a "Lei Azeredo", a entrega do marco civil deverá ser feita até, no máximo, o reinício dos trabalhos do Congresso, em agosto. "Precisamos de uma regulamentação civil da internet, para que os valores, princípios e direitos fiquem bem sedimentados antes de uma legislação penal", defendeu Guilherme Varella, advogado do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). O relator da proposta, deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), rebateu as críticas ao texto e a ideia de esperar a chegada do marco civil. "Em 2008, foi dito que deveríamos aguardar a discussão do marco civil. Eu concordei, mas se passaram três anos e ele nunca foi enviado. E não é verdade que precisa primeiro ter um marco civil, não foi assim com a lei ambiental." Azeredo se disse disposto a negociar seu relatório, inclusive com relação ao prazo de guarda dos logs de acesso. Enquanto Azeredo defende três anos, o Ministério da Justiça propôs um ano, renovável por mais um a pedido da autoridade policial. Há, porém, um limite para as negociações. O projeto, depois de ser aprovado uma vez na Câmara, ser aprovado na forma de um substitutivo no Senado e retornar à Câmara, não pode sofrer modificações, apenas ter trechos dele retirados. Outro ponto é que, se o substitutivo do Senado for rejeitado, vai automaticamente para sanção presidencial a proposta aprovada originalmente na Câmara, segundo informou a Secretaria-Geral da Mesa. DEFESA Muitos dos participantes defenderam a aprovação de uma lei, mesmo que não seja exatamente na forma do texto hoje em discussão. "Certamente queremos que leis tipifiquem crimes que não existem, mas ainda tenho sérias duvidas sobre definições e imprecisões que constam do [PL] 84", disse Demi Getschko, representante de notório saber no CGI (Comitê Gestor da Internet, órgão que reúne governo e sociedade civil). Também houve quem se manifestasse mais claramente a favor do texto de Azeredo. "Estamos protegendo o criminoso no Brasil, porque estamos de mãos atadas. Não existe lei perfeita, existe lei necessária. Chegamos ao ponto que o PL 84/1999 é necessário. Ele tem que ser muito bem discutido e aprovado nessa Casa", argumentou a advogada Patrícia Pinheiro. A coordenadora da promotoria de combate a crimes cibernéticos do Ministério Público de Minas Gerais, Vanessa Simões, reclamou da impunidade hoje vigente frente à lacuna legal. "Posso assegurar que para 50% dos inquéritos que hoje aportam na promotoria são, infelizmente, requeridos o arquivamento porque não existe tipificação para a conduta ali elencada." Não participaram do debate a Polícia Federal e o GSI (Gabinete de Segurança Institucional, vinculado à Presidência). Ambos foram convidados. O Ministério da Justiça não foi convidado. Única presença ligada diretamente ao governo federal foi a do diretor-presidente do Serpro (empresa vinculada ao Ministério da Fazenda e responsável por parte dos sites do governo federal), Marcos Mazoni. Ele não criticou diretamente o projeto durante a audiência, mas, na saída, disse ser contrário ao texto. Frente às críticas, ganhou corpo a proposta de se debater mais o projeto de lei. Os presidentes das comissões envolvidas na audiência pública devem elaborar um requerimento para a realização de um seminário em agosto. Assim, a tentativa de se votar o texto logo na volta do recesso deve ser adiada. Para a deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos, o ideal é discutir as tipificações criminais paralelamente à análise do marco civil. "Vamos dar um tempo para o governo mandar o marco. Se não mandar até o seminário, a gente copia o texto que saiu da consulta pública e apresentamos."
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13/07/2011 - 16h01
Poder
JOHANNA NUBLAT DE BRASÍLIA
'Lei Azeredo' recebe críticas em audiência na Câmara
Folha de São Paulo
O número de notificações de ataques de segurança na internet brasileira aumentou 40% no segundo trimestre em relação os três primeiros meses do ano, mostrou uma pesquisa do CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil). Na comparação com o segundo trimestre de 2010, os 127 mil ataques apurados de abril a junho representam um incremento de 287%. Já a quantidade de ataques a servidores, que exploram vulnerabilidades em aplicações da internet e conseguem hospedar páginas falsas e inserir modificações nos sites originais, avançou 14% sobre o primeiro trimestre e 69% sobre o mesmo período do ano anterior. Segundo o CERT.br, tais dados confirmam a tendência de aumento de ataques a servidores verificada recentemente. Entre 20 e 28 de junho, mais de 200 sites de órgãos públicos brasileiros foram alvo de hackers, de acordo com dados do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), incluindo o portal da Presidência da República e os sites da Receita Federal e do IBGE. Os ataques a servidores apresentam tendência de crescimento desde 2007, afirmou o CERT.br, devido à utilização de sistemas mais complexos na elaboração de sites, que criam vulnerabilidades, e à falta da realização de checagens de segurança por parte de desenvolvedores. Tentativas de fraude, propagação de códigos maliciosos e outros incidentes de segurança também cresceram na comparação anual.
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14/07/2011 - 18h13
Tec
DA REUTERS, EM SÃO PAULO
Número de ataques na internet brasileira dispara
Folha de São Paulo
A organização internacional de ciberativistas Anonymous publicou uma lista de e-mails e senhas que copiou da rede da Booz Allen Hamilton, uma empresa que assessora o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O Anonymous afirmou nesta segunda-feira ter publicado mais de 90 mil e-mails roubados de um servidor não protegido da Booz Allen Hamilton. O grupo de hackers diz ter apagado 4 Gbytes de código fonte e revelado informações que podem ajudá-los a atacar o governo americano e seus contratistas, explicou a empresa de segurança Sophos em seu blog. A Sophos afirmou que a verdadeira vítima dessa intrusão é "o governo americano". A Booz Allen Hamilton preferiu não se pronunciar. O Anonymous é considerado uma "ameaça" pela Otan, por conta da pirataria e dos bloqueios que, em algumas ocasiões, afetaram as redes da organização. Muitas vezes definido como o "Robin Hood" informático, o Anonymous tornou-se conhecido por seus ataques contra sites americanos das empresas de cartões de crédito Visa e MasterCard, em represália à decisão delas bloquear as doações ao site WikiLeaks, que publica informações confidenciais de autoridades e empresas. A organização já foi alvo de ações policiais nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Espanha e na Itália.
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13/07/2011 - 16h09
Tec
DA FRANCE-PRESSE, EM SÃO FRANCISCO
Anonymous admite ter pirateado empresa assessora do Pentágono
Folha de São Paulo

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